POESIA
Poesia de Álvaro de Campos
Fernando Pessoa
1944 (póstumo)
MODERNISMO · POESIA · 1944 (póstumo)
Poesia de Álvaro de Campos
O engenheiro futurista. Energia, máquinas, tédio, vertigem — toda a modernidade num só heterónimo.
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Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada.