AUTOR · O PROVOCADOR
Almada Negreiros
«Quem nunca foi moderno, que se cale.»
Pintor, romancista, poeta, performer antes do tempo. Leu o Manifesto Anti-Dantas em pé, ao público burguês, em 1915. Pintou os painéis da Gare Marítima. Foi a face mais visível do modernismo português — e a mais alegre.
1893 — 1970